Atualizar o cronograma e reprever
Recolha o progresso real reportado pela obra, marque as atividades como concluídas ou parcialmente concluídas, deixe o cronograma reprever a data de conclusão, detete onde a obra atrasou face à linha de base, e reporte a nova previsão com as razões subjacentes.
Como funciona, passo a passo
5 passos ao longo da plataforma - o que fazer em cada um e por que importa.
Recolher o progresso real da obra
Tempo em obraRecolha o progresso real da obra: horas lançadas, o diário de obra, o que cada equipa efetivamente concluiu esta semana. Obtenha-o junto de quem faz o trabalho, não de uma estimativa feita no escritório.
Por quê: Uma reprevisão é apenas tão honesta quanto os números que a alimentam. Retirar o progresso diretamente do tempo de campo e do diário é o que impede a atualização de se tornar ilusão.
Marcar atividades como concluídas ou parcialmente concluídas
Cronograma 4DPercorra as atividades que estavam em curso e defina cada uma com honestidade: concluída, parcialmente concluída com uma percentagem real, ou não iniciada. Atualize as durações restantes onde uma tarefa esteja mais lenta ou mais rápida do que o planeado.
Por quê: Arredondar um trabalho para concluído quando está a oitenta por cento é como os cronogramas se desviam e todos deixam de confiar neles. Marcar o progresso com honestidade é o que mantém o cronograma digno de ser lido.
Reprever a data de conclusão
Cronograma avançadoDeixe o cronograma incorporar os valores reais na lógica e recalcular. Leia a nova previsão de conclusão, veja como o caminho crítico se deslocou, e identifique quais as atividades que arrastaram consigo a data de conclusão.
Por quê: O valor de um cronograma vivo é dizer-lhe onde vai chegar, não apenas onde esteve. Reprever a partir do progresso real é o que transforma números da semana passada numa decisão sobre a qual pode agir.
Detetar o atraso face à linha de base
Inteligência de alteraçõesCompare a reprevisão com a linha de base que congelou e identifique onde a obra atrasou: que marcos se moveram, quanta folga foi consumida, e quais os atrasos que remontam a uma alteração e não à produção.
Por quê: Saber que está atrasado não basta, tem de saber porquê e de quem é a responsabilidade. Associar o atraso a alterações é o que protege uma reclamação de prorrogação de prazo antes de o atraso ser esquecido.
Reportar a nova previsão
RelatóriosEmita a previsão atualizada para o cliente e a equipa com as razões escritas claramente: o que mudou, em quanto, porquê, e o que está a ser feito para recuperar o atraso. Mantenha-a suficientemente curta para que as pessoas a leiam de facto.
Por quê: Uma previsão que fica apenas no ecrã do planeador não muda nada. Reportá-la claramente, com as razões, é o que permite ao cliente confiar no número e à equipa acordar a recuperação antes do próximo ciclo.