Construir o programa base
Transforme o âmbito acordado e o mapa de quantidades orçamentado num programa base: liste as atividades, defina durações e ligações lógicas, acrescente marcos e calendários, verifique o caminho crítico, e depois fixe-o como base para que o progresso tenha uma linha fixa a que ser medido.
Como funciona, passo a passo
5 passos ao longo da plataforma - o que fazer em cada um e por que importa.
Listar as atividades a partir do âmbito
Planilha OrçamentáriaPercorra o mapa de quantidades orçamentado e o âmbito e transforme o trabalho numa lista de atividades ao nível que realmente vai gerir: um piso de alvenaria, um troço de drenagem, primeiro acabamento numa ala, não uma linha por item do mapa nem uma única barra resumo.
Por quê: O programa só se mantém válido se a lista de atividades corresponder ao trabalho orçamentado. Construí-la diretamente do mapa de quantidades é o que mantém o cronograma, o dinheiro e a obra a falar da mesma coisa.
Definir durações e ligações lógicas
Cronograma 4DAtribua a cada atividade uma duração realista com base nas quantidades e na equipa que planeia usar, depois ligue as atividades pela ordem em que têm de acontecer, para que mover uma mova as que dela dependem.
Por quê: Durações sem ligações dão-lhe uma lista de desejos, não um programa. É a lógica entre atividades que permite ao cronograma mostrar o que um atraso realmente custa a jusante.
Acrescentar marcos e calendários
Cronograma avançadoMarque as datas fixas que importam, início de obra, entregas parciais, conclusão prática, e defina calendários de trabalho que respeitem feriados, turnos e janelas climáticas que as especialidades não conseguem contornar.
Por quê: Os marcos são as datas que interessam ao cliente e ao contrato, e os calendários são o que impede o programa de prometer trabalho em dias em que ninguém está em obra. Sem eles, a data de conclusão é ficção.
Verificar o caminho crítico
Cronograma avançadoSiga a cadeia de atividades que determina a data de conclusão e confronte-a com o bom senso. Procure ligações em falta, folga negativa, e atividades sem qualquer margem quando toda a gente na obra sabe que têm alguma.
Por quê: Um caminho crítico que não corresponde a como a obra vai realmente decorrer leva-o a perseguir as atividades erradas assim que algo atrasa. Verificá-lo antes de fixar a base é mais barato do que descobrir isso em obra.
Fixar a base e emitir
RelatóriosFixe o programa como base, registe as datas planeadas, e emita-o para que, a partir de agora, toda a atualização seja comparada a esta linha fixa em vez de à estimativa da semana anterior.
Por quê: O progresso não significa nada sem uma linha a que ser medido. Fixar a base é o momento em que o programa deixa de ser um rascunho e passa a ser a referência pela qual toda a obra é julgada.