Executar a reconciliação custo-valor
Confronte o custo comprometido com o valor ganho à mesma data de corte, e leia a margem real em cada período enquanto ainda há tempo para agir sobre ela.
Como funciona, passo a passo
3 passos ao longo da plataforma - o que fazer em cada um e por que importa.
Apurar o custo comprometido
FinançasTotalize o custo até à data de corte: pagamentos certificados a subempreiteiros, materiais, equipamento, mão de obra e as encomendas colocadas mas ainda não faturadas, para que os acréscimos sejam incluídos e nada de real fique de fora.
Por quê: Custo comprometido mas ainda não faturado é a armadilha que faz uma obra parecer saudável até chegarem as faturas. Incluir os acréscimos agora é o que impede a margem de virar para o lado errado no mês seguinte.
Valorizar o trabalho ganho
Valor obtidoValorize o trabalho genuinamente executado até essa mesma data, acrescente as variações acordadas e qualquer trabalho em curso, e seja honesto quanto a sobrevalorizações que terão de ser devolvidas mais tarde.
Por quê: Custo e valor só dizem a verdade quando são apurados exatamente na mesma data. Valorize o trabalho com rigor e a margem que ler será uma margem que consegue defender, não um número que terá de explicar.
Ler a margem e agir
RelatóriosSubtraia o custo do valor para mostrar a margem do período, compare-a com a provisão do concurso e faça o rasto de qualquer quebra até ao trabalho ou elemento que a causou, para saber exatamente onde agir.
Por quê: Uma margem que se está a degradar silenciosamente é recuperável no terceiro mês e irreversível no nono. Detetar a derrapagem cedo, contra o elemento que a causou, é a diferença entre uma correção e um prejuízo.