Gerir um pacote de subempreitada
Adjudique um pacote de trabalhos a um subempreiteiro, coloque-o num subcontrato com um mapa de valorizações e retenção, e pague-o valorização a valorização face ao trabalho efetivamente realizado.
Como funciona, passo a passo
3 passos ao longo da plataforma - o que fazer em cada um e por que importa.
Configurar o subempreiteiro
SubempreiteirosConfigure o subempreiteiro com o seu âmbito de trabalhos e registe as verificações que exige antes de começar: seguro em vigor, qualificações profissionais, declarações de método e qualquer pontuação de pré-qualificação.
Por quê: Um pacote só é tão fiável quanto a empresa a quem foi entregue. O certificado de seguro e as verificações de qualificação registados antecipadamente são o que o protege se o trabalho correr mal ou surgir uma reclamação e a documentação for contestada.
Formalizar o contrato
ContratosElabore o subcontrato com o preço fixo acordado, o mapa de valorizações contra o qual cada valorização será medida, e a percentagem de retenção que irá reter em cada pagamento.
Por quê: Um mapa de valorizações claro é a régua com que toda valorização futura é medida, sem discussões sobre o que um pagamento cobre. A retenção que agora fica retida é a alavanca que faz corrigir defeitos depois de o subempreiteiro sair.
Pagar através de valorizações de progresso
ContratosEm cada período de valorização, certifique a percentagem concluída face a cada linha do mapa de valorizações, deduza a retenção e registe o que é efetivamente pago. O subcontrato transporta automaticamente o saldo corrente.
Por quê: Certificar linha a linha face ao mapa de valorizações significa pagar pelo trabalho já executado, não pela visão otimista do subempreiteiro. O saldo corrente sinaliza uma valorização exagerada antes de a certificar, não depois de o dinheiro sair.